UM POUCO DE HISTÓRIA

Movida pela paixão pela Natureza e pela Gastronomia, a sua principal empreendedora, Graça Saraiva, formalizou este projeto em Janeiro de 2016, transformando uma mata num Jardim de 1,50 hectares, com mais de 250 espécies. Vinda das indústrias alimentares, com fortes convicções em agricultura sustentável, considerou que, para a criação da sua base de dados sensorial e para todo o trabalho criativo que pretendia fazer, teria que começar por este Jardim de Biodiversidade, em Modo Biológico, bem como instalar uma cozinha experimental em pleno campo. Nessa cozinha foi testando o potencial gastronómico do seu jardim e, paralelamente, fazendo acções pedagógicas à volta da sua experiência e as dos seus clientes, que ali se juntaram a partilhar da mesma paixão. Ao longo deste tempo produziu uma diversidade imensa de flores comestíveis (pioneiras em Portugal), ervas aromáticas, microverdes, babyleaves, pequenos frutos e outros produtos vegetais, que forneceu para a alta cozinha. Ao mesmo tempo foi explorando e criando formas de preservar tanta beleza e substância, e foi criando uma gama de produtos transformados, que procurou acondicionar de forma elegante e, sempre que possível ecológica, permitindo aos seus cliente usufruir deste Jardim sem a urgência dos alimentos frescos. Para breve está a criação de um outro polo para organizar eventos temáticos, nos quais a Ervas Finas possa levar os seus clientes a provar receitas únicas que têm por base este imenso capital de biodiversidade.

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